SER e Jansen

AÇÃO DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE ARTRITE REUMATOIDE E DOENÇAS REUMATOLÓGICAS

Ação gratuita contará com palestras, exames e caminhada no Dique do Tororó

A Ação de Conscientização sobre Artrite Reumatoide e Doenças Reumatológicas é gratuita e vai acontecer neste domingo (21), das 7h às 13h, no Dique do Tororó, em Salvador-BA, para comemora o mês de conscientização sobre artrite reumatoide (AR), com o objetivo de informar e conscientizar a população sobre a doença, seus sintomas, diagnóstico e tratamentos. A artrite pode levar a vários graus de incapacidade e tem um profundo impacto sobre os aspectos sociais, econômicos e psicológicos da vida do paciente. A ação, organizada pela clínica de reumatologia SER da Bahia e Janssen-Cilag Farmacêutica, vai contar com uma série de palestras, exames médicos,a 1ª Reunião da Associação Baiana de Reumáticos, Afiliados, Colaboradores e Entusiastas (ABRACE) , caminhada no Dique e alongamento. As inscrições devem ser feitas pelo Link

“Queríamos chamar a atenção da população para a artrite reumatoide e outras doenças reumatológicas, como o lúpus, pela gravidade e pelo desconhecimento sobre elas. Além disso, em outubro são comemoradas quatro datas importantes para a área: o Dia Mundial de Conscientização da Artrite Reumatoide (12), o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose (20), o Dia Nacional e Mundial da Psoríase (29) e Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo, no dia 30.”, comenta Dr. Mittermayer Barreto Santiago, diretor técnico da clínica SER da Bahia, chefe dos Serviços de Reumatologia do Hospital Santa Izabel (HSI) e do Hospital Universitário Prof. Edgar Santos (HUPES).

Sobre a artrite reumatoide e outras doenças reumatológicas – A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações. Os principais sintomas são dor nas articulações dos dedos das mãos, pés, joelhos, tornozelos, cotovelos e ombros, dor na região do quadril, inchaço e aumento da temperatura nas articulações, dificuldade para mexer as articulações no período da manhã, fadiga, e eventualmente nódulos reumatoides, inflamação ocular, envolvimento pulmonar e de glândulas lacrimais e salivares. Os períodos de crises podem ser alternados com momentos em que o inchaço e a dor das articulações desaparecem ou ficam menos frequentes. A AR é uma das doenças em que as opções terapêuticas mais avançaram nos últimos 15 anos. É importante procurar ajuda médica especializada assim que os sintomas começarem a se manifestar para que a qualidade de vida do paciente seja recuperada com o tratamento.

PROGRAMAÇÃO:
07:00h – Entrega das camisas para os 100 primeiros inscritos no evento*
07:30h – Caminhada no Dique do Tororó
08:00h – Alongamento e relaxamento com a educadora física Maiara Eckstein
08:15h – Mensagem de abertura e boas vindas aos participantes e palestra sobre artrite reumatoide com o reumatologista Mittermayer Barreto Santiago
09:00h – 1ª Reunião da Associação Baiana de Reumáticos, Afiliados, Colaboradores e Entusiastas (ABRACE)
10:30h – Palestra: “Artrite, Lúpus, Psoríase, Fibromialgia – O que posso fazer para melhorar minha qualidade de vida?” com a reumatologista Ana Luísa Pedreira
11:00h – Palestra: “Como a alimentação pode melhorar os sintomas do reumatismo”
11:30h – Palestra: “Dicas de como diminuir a dor” com a médica da dor Neide Scaldaferri
12:30h – Palestra: “Depressão, ansiedade e as doenças reumatológicas” com a psicóloga Silvia Cal
08:00 às 13:00h – Medição de pressão arterial, massoterapia e exames oftalmológicos.
13:00h – Encerramento das atividades

SERVIÇO:
Local: Dique do Tororó sentido Estação da Lapa (próximo à Cheiro de Pizza)
Data: 21 de outubro de 2018 (domingo)
Horário: Das 07:00 às 13:00 horas

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Orientações finais – Vacinação Contra a Febre Amarela

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), com o intuito de orientar seus associados e a comunidade médica em geral, recomenda a Nota Técnica Conjunta abaixo sobre vacinação para a Febre Amarela (VFA) em pacientes com Doenças Reumáticas Imunomediadas (DRIM). Confira no link: Orientações Finais – Vacinação Contra Febre Amarela

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Doenças reumatológicas autoimunes ainda são pouco conhecidas e afetam o cotidiano do paciente

Nosso diretor técnico, Dr. Mittermayer Barreto Santiago, deu entrevista para a Revista NB Plus sobre doenças reumatológicas autoimunes. Confira a matéria completa no link da revista.

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Portadores de doenças reumatológicas autoimunes podem tomar a vacina conta Febre Amarela?

 

Em Nota Técnica Conjunta a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), com orientam que a vacinação para a Febre Amarela (VFA) em pacientes com  Doenças Reumáticas Imunomediadas (DRIM) seja feita da seguinte maneira:

– No caso de pacientes com DRIM, torna-se fundamental a avaliação cuidadosa  da relação  risco/benefício da vacinação. De um lado, uma vacina altamente eficaz, mas capaz  de  gerar  raros  Eventos  Adversos  Pós  Vacinação  (EAPV),  os  quais  podem  ser potencialmente letais, e, de outro, o risco de não proteger o indivíduo de uma doença potencialmente grave, de alta letalidade e sem tratamento específico.

– A avaliação do risco de EAPV graves versus o benefício da vacinação deve ser individualizada,   considerando   o  tipo  de  doença  de  base,  a  gravidade,  seu  nível  de atividade,   o   grau   da   imunossupressão  conferido  pelo  seu  tratamento  e  o  risco de contrair    o   vírus   da   Febre   Amarela   para   viajantes   ou   residentes   em   áreas   de recomendação de vacina.

 
RECOMENDAÇÃO 1: Não realizar a VFA em pacientes que estejam sob alto grau de imunossupressão. Para os pacientes sob baixo ou nenhum grau de imunossupressão, avaliar individualmente a indicação da vacina, mediante situação de risco. Esta avaliação deverá ser realizada por um especialista.

RECOMENDAÇÃO 2: Não realizar a VFA em pacientes com alta atividade de doença de base. Não há contraindicação absoluta para vacinar indivíduos clinicamente estáveis, com baixa atividade ou doença inativa.

RECOMENDAÇÃO 3: Não realizar a vacinação em pacientes em uso de corticosteroides em doses consideradas de alta imunossupressão. Nos pacientes recebendo doses baixas deve-se avaliar individualmente a indicação, considerando riscos e benefícios. Esta avaliação deverá ser realizada por um especialista.

RECOMENDAÇÃO 4: Em situações de risco, onde houver a indicação da VFA, recomenda-se um intervalo mínimo de 4 semanas antes de iniciar ou reiniciar o tratamento com medicações imunomoduladoras e imunossupressoras.

RECOMENDAÇÃO 5: Em situações de risco, onde houver a indicação de VFA, recomenda-se um período mínimo de intervalo após a suspensão das medicações, variando conforme o grau de imunossupressão conferida, antes da aplicação da vacina. Esta orientação, quanto à interrupção do tratamento, deve ser individualizada e realizada por um especialista, baseada na tabela abaixo

RECOMENDAÇÃO 6: Quando houver indicação da VFA, recomenda-se não aplicar a vacina simultaneamente com outra vacina de vírus vivo atenuado, principalmente a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), varicela e dengue. Recomenda-se um intervalo de 28 dias entre estas vacinas.

RECOMENDAÇÃO 7: Não há contraindicação da VFA para contactantes de pacientes imunocomprometidos, pois a transmissão do vírus vacinal, sem a participação do vetor, está documentada somente pelo leite materno, através da doação de sangue e, possivelmente, por acidente com material biológico.

– A dose fracionada seria indicada neste perfil de pacientes, preferencialmente, nos casos onde houver recomendação da vacina e após avaliação médica criteriosa.

Quaisquer dúvidas consulte um médico de confiança!

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Dia Mundial de Luta Contra a Aids

A data tem como objetivo desconstruir o preconceito em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS e conscientizar, sobretudo os jovens e idosos, sobre comportamentos seguros de prevenção, pois os números de infectados entre esses públicos vêm crescendo. No caso dos jovens, por ignorarem a gravidade da doença e no caso dos idosos, pelo desenvolvimento de novas formas de relacionamento, sem o uso de preservativos.

Hoje o dia é de reforçar a solidariedade e a compreensão em relação às pessoas infectadas pelo HIV/AIDS.